Disruptivos

Disruptivos

A disrupção escolar é uma actual preocupação das escolas, uma vez que os comportamentos disruptivos têm aumentado, influenciando o processo de ensino-aprendizagem e as relações interpessoais em contexto escolar.
Os comportamentos disruptivos incluem a indisciplina do desvio às regras de trabalho escolar, da perturbação das relações entre pares (bullying) e do problema nas relações entre aluno e figura de autoridade (exemplo: o professor).
Num período em que a comunicação social continua a divulgar cada vez mais este tipo de situações e a por em causa os professores e a gestão das escolas, torna-se cada vez mais necessária uma compreensão dos factores que estão na origem desta disrupção e intervir adequadamente para cada situação em particular.
Os Comportamentos Disruptivos surgem como forma de libertação dos impulsos agressivos de modo a obter alívio de tensões e ansiedades. A dificuldade em processar internamente a ansiedade e os impulsos, muitas vezes pode resultar em comportamentos anti-sociais ou delinquentes.
Os primeiros comportamentos deste tipo são muitas vezes referidos como BIRRAS. Esses comportamentos são geralmente observados pela primeira vez em crianças entre as idades de 12 e 18 meses de idade. Se nessa fase pode ser considerado como uma parte normal do desenvolvimento e são, simplesmente, uma tentativa infantil de comunicar sentimentos de insatisfação ou desilusão temporária, quando as BIRRAS SÃO A RESPOSTA HABITUAL e ocupam uma parte significativa da vida da criança ou a reacção da criança à suposta causa da birra é muitas vezes marcadamente desproporcional à situação que o causou, esses acessos de raiva deixam de ser normais e REVELAM ANGÚSTIAS PERTURBADORAS do seu bem-estar e incapacidade para lidar com frustrações.
Comportamentos observados em crianças que tentam expressar a sua raiva ou frustração geralmente incluem patentemente choro irritado com som, batem com as mãos ou pés, e possivelmente tentam mesmo atacar outras crianças ou adultos. Tais explosões de temperamento violentas, muitas vezes incluem bater, chutar, e morder outras pessoas e, possivelmente, comportamentos auto-agressivos, como bater a cabeça ou morder-se. A principal razão para a falta de controlo emocional na criança, especialmente acima dos três ou quatro anos, é o facto de não ter aprendido a lidar com sua própria frustração, pois em circunstâncias normais, a criança, nesta idade, já aprendeu as “lições” necessárias de como lidar com a decepção havendo queda significativa neste tipo de manifestação de comportamento.


  • Ligação relacional fraca com os pais, causada por pais que são fisicamente e/ou emocionalmente indisponíveis para a criança;
  • Dificuldades parentais em impor regras e limites, por ser excessivamente rigorosos ou por imposição inconsistente de disciplina;
  • Ambiente familiar que expõe as crianças à violência e oferece suporte a modelos de comportamentos agressivos e violentos;
  • Mentira patológica
  • Agressividade face aos outros ou Bullying
  • Auto-agressão, como o cortar-se ou bater-se
  • Abuso de álcool ou droga
  • Entrar em brigas e lutas
  • Vandalismo
  • Roubos

Publicada por PSN
Gabinete de Apoio em Psicologia

O Aqui Há Génio realiza previamente uma entrevista com alunos e pais e, posteriormente uma avaliação das dificuldades e necessidades de cada aluno. Assim, é possível criar um plano individualizado de acompanhamento à medida de cada um.

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